O papel da Mobile Saúde como uma healthtech promissora em B2B, cuja solução oferta uma jornada completa para o cliente que vai desde o pronto atendimento à emissão de receita, foi reconhecido na matéria publicada no caderno especial Valor Setor Saúde, do Jornal Valor Econômico, que aborda a expansão da telemedicina como tema. Confira a reportagem a seguir:

“A BP só usava telemedicina para interconsulta entre médicos e hospitais. Após a lei, iniciou o atendimento para covid-19 de cinco mil colaboradores e 1,2 mil associados. A partir de agosto, a BP abriu ao público externo para conversas prévias gratuitas de exames de imagem complexos. Em seguida, foram liberados o pronto atendimento digital € as consultas em especialidades como oncologia.

“Construímos protocolos e certificamos os médicos, que podem solicitar exames, prescrever e emitir atestados”, diz Lilian Hoffman, diretora de tecnologia e inovação da BP. O agendamento é eletrônico e no PA (pronto atendimento) digital, o pagamento é on-line. O prontuário é totalmente integrado. Agora a equipe de inovação testa dispositivos para exames a distância.

“O paciente poderá receber um oxímetro ou mesmo um otoscópio digital para colocar na orelha e o médico visualizar. A tecnologia israelense Cnoga permite exames de sangue não invasivos. Também já existem estetoscópios digitais e pequenos aparelhos para análises dermatológicas. Dentro da linha de cuidados, queremos cada vez mais uma telemedicina completa”, enumera Lílian.

A Oncoclínicas mantém acompanhamento de dez mil pacientes com câncer. Bruno Ferrari, fundador da empresa, diz que a telemedicina tem aproximado a empresa dos pacientes de vários locais do Brasil, por meio de uma plataforma segura e criptografada. “Ela se transformou em uma forma de engajamento entre médicos, equipes multidisciplinares e pacientes”, diz.

A regulamentação parcial também facilitou a expansão das healthtechs, com uma rede de 1400 médicos em 65 especialidades, além de odontologia e fisioterapia, a drconsulta utiliza a telemedicina desde 2020 em 27 especialidades por agendamento ou pronto atendimento. Já foram realizadas 200 mil consultas.“Uma das vantagens é evitar a ida a um pronto-socorro, onde o recurso é caro, mas há aspectos a definir, como remuneração do médico e protocolos clínicos claros”, diz Renato Velloso, CEO da dr.consulta.

Um dos modelos que ganham espaço entre as healthtechs é o B2B, como é o caso da Mobile Saúde, cuja solução leva a marca do cliente e oferece a jornada completa com pronto atendimento e emissão de receita. A espanhola Teladoc Health Brasil, no país desde 2014 como Advance Medical, tem como um dos principais produtos a opinião médica especializada, ou segunda opinião para revisão de diagnósticos, Alron Telemedicina, criada em 2013, nos Estados Unidos, pelo brasileiro Jorge Ferro, atende os mercados corporativos americano e europeu. Há dois anos no Brasil, já tem contratos com o Banco do Brasil, Bauducco e Hospital Sírio-Libanês.

A Dr.TIS, fundada em São Paulo pela libanesa Jihan-Zoghbi, passou a oferecer serviços de telemedicina na nuvem – incluindo teleconsulta, teletriagem, interconsulta, telerradiologia, telediagnóstico – para mais de 140 contratos com instituições como HCor, Moinhos de Vento, Real Hospital Português de Beneficência e Sirio-Libanês.”

 

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