A telemedicina se apresenta como uma solução natural, não só durante a pandemia do Coronavírus, como também posteriormente, visto que o Brasil é um país continental e com desafios de mobilidade, custos e logística. Nessas condições, a telemedicina é um grande facilitador, evitando superlotação em clínicas e fornecendo atendimento especializado em todas as regiões do país.

Percepção dos médicos brasileiros sobre a telemedicina

Ainda um pouco antes da crise sanitária causada pela Covid-19, a Associação Paulista de Medicina publicou uma pesquisa sobre a telemedicina no Brasil. Segundo o levantamento, cerca de 90% dos médicos entrevistados entendem que o sistema público de saúde pode ser amplamente beneficiado pelo uso da telemedicina, uma vez que o uso destas ferramentas digitais seria capaz de diminuir as filas de espera por um atendimento especializado (Fonte: Medicina S/A). Dessa forma, seria possível melhorar a assistência em saúde à população.

Essa percepção é embasada na inegável necessidade por médicos especialistas em regiões longínquas do país, onde um número considerável de pessoas têm muita dificuldade no acesso à saúde. Assim, o uso da telemedicina é também uma grande oportunidade para operadoras de plano de saúde que podem passar a atender pessoas que antes não poderiam ter acesso a seus serviços.

Regulamentação da telemedicina no Brasil

Em abril deste ano, 2020, o Presidente da República sancionou uma lei que permite a prática da telemedicina em todas as áreas da saúde. Segundo o texto, a telemedicina é definida como “o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde” (Agência Brasil).  

Em consonância com esta nova resolução, o CFM (Conselho Federal de Medicina) determinou que as operadoras de plano de saúde devem possuir ao menos uma instituição em sua rede credenciada que seja capaz de atender de forma remota (Agência Brasil). Esta medida tem o objetivo de evitar o contágio dentro dos Pronto-Socorros ou consultórios por todo o país, já que as pessoas podem optar por serem atendidas de forma online. Mesmo que possua caráter emergencial e situacional, essas normas indicam avanços irreversíveis no campo da telemedicina no Brasil, uma vez que indica que o país comporta este tipo de tecnologia.

Ainda citando a pesquisa feita pela APM, os médicos têm endossado muito mais a interação com os pacientes por meio de tecnologias. Além disso, 65,19% deles utilizam o WhatsApp (e aplicativos similares) para interagir com o paciente e/ou familiares fora do atendimento na clínica ou no hospital. Outros 16,83% mantêm interação por telefone, enquanto 5,67% optam pelo e-mail. Apenas 11,51% dos pesquisados não utilizam nenhum meio de comunicação fora das consultas (Fonte: Medicina S/A). Isso mostra que 88,49% dos participantes já acompanham seus pacientes além do atendimento presencial e, portanto, não teriam problemas em se adaptar ao uso das tecnologias relativas à telemedicina.

Enxergando este enorme potencial da telemedicina no Brasil, a Mobile Saúde desenvolveu o Mosia TeleCare. Este software, integrado à funcionalidades de autoatendimento, é o mais completo disponível no mercado e já ultrapassa a marca de 1 milhão de usuários em todo o país. Ficou interessado em introduzir esta tecnologia na sua operadora? Entre em contato com o nosso time de atendimento.

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