A healthtech brasileira Mobile Saúde criou uma solução de telemedicina chamado Mosia TeleCare, que conecta profissionais da área da saúde a seus pacientes através de chamadas de vídeo direto no aplicativo da operadora.

A decisão de trazer ao mercado esta funcionalidade foi tomada pela equipe de especialistas da Mobile, após o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina regulamentarem a utilização da telemedicina durante a pandemia do COVID-19. O intuito deste atendimento remoto é evitar aglomerações nos consultórios e a disseminação do vírus. 

Para Jean Schulz, sócio e fundador da Mobile Saúde, este é um excelente momento para utilizar o máximo da tecnologia a favor da medicina: “A Mobile Saúde está há mais de 8 anos desenvolvendo soluções tecnológicas de atendimento para as operadoras de saúde suplementar. Neste momento tão delicado para a saúde a nível mundial, identificamos que a telemedicina se apresenta como uma solução natural, não só durante a pandemia do Coronavírus, como também posteriormente, visto que o Brasil é um país continental e com desafios de mobilidade, custos e logística. Nessas condições, a telemedicina apresenta-se como um facilitador, evitando superlotação em clínicas e fornecendo atendimento especializado em todas as regiões do país.“.

Com essa visão, a Mobile Saúde programa lançamentos incrementais, nessa e em outras plataformas já disponíveis. Atenção primária à Saúde utilizando chat online e atendimento médico virtual, envio de mensagens diretas para o aplicativo, notificando o beneficiários sobre alertas urgentes, ou lembretes de consultas ou cobrança, com o objetivo de chegar na virtualização completa da operadora de saúde, integrando assim todas as jornadas – desde a adesão até a retenção.

• Estados Unidos

A telemedicina está transformando a saúde na América do Norte! O modelo de teleatendimento, que conecta o paciente ao médico em questões não emergenciais, como dores no ouvido, alergias na pele e resfriados, custam cerca de US$45 – um preço abaixo do esperado, se comparado ao atendimento realizado em consultórios presenciais, que podem custar até US$160 a hora.

• China

A Comissão Nacional da Saúde da China implementou prontuários integrados, prescrição online na farmácia, pacotes de tratamento para crônicos e telemedicina no país com o intuito de ampliar o acesso à saúde para a população. O paciente realiza uma consulta com um médico virtual, que faz a triagem de informações e encaminha para um teleatendimento com um profissional, também em telemedicina – tudo isso através de compartimentos (boxes) individuais espalhados por cidades chinesas.

• Inglaterra

Um estudo com serviços de cuidados para idosos, realizado na Inglaterra, calculou que o atendimento à distância reduziu em 15% as visitas de emergência, em 14% a ocupação de leitos hospitalares e em 45% as taxas de mortalidade. Foi no país que, em 1834, Charles Babage construiu o primeiro computador mecânico programável, ferramenta tão importante para a utilização da telemedicina nos dias atuais. 

• Alemanha

Na Alemanha, a telemedicina é utilizada em tratamentos de rotina e como um complemento estrutural para o médico de emergência convencional no atendimento pré-hospitalar. Por lá, o tempo médio de atendimento reduziu em cerca de 43 minutos com esta funcionalidade.

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Já são mais de 1 Milhão de vidas alcançadas com o Mosia TeleCare